sexta-feira, 13 de abril de 2012

Páscoa: o renascimento... - I.ª parte


Podem-me dizer que o pior já passou, mas o medo (um medo terrível) continua a apoderar-se de mim. Faz hoje exactamente uma semana que começaram os piores dias da minha vida - não, não é um cliché, foram mesmo os piores. O Xavi esteve internado no hospital entre sexta-feira santa (dia 6) e terça-feira (dia 10). Vou escrever tudo o que se passou para expurgar todos os males e para nunca me esquecer do que tivemos de passar. Espero que esta escrita funcione como uma espécie de «carta aberta» a todos os pais que, como nós, tiveram ou têm um filho internado...

A dor é enorme e domina-nos quase por completo, apodera-se por completo do nosso corpo, do nosso espírito e envolve todo o ambiente que nos rodeia de uma aura de indiferença: como se o mundo não existisse e estivéssemos num outro tempo e espaço que não aquele que nos sufoca. Complicado?!? Vou tentar explicar melhor, sem ter a certeza de que consiga exprimir na medida exacta o peso destes momentos.

Segunda-feira, dia 2 de Abril, eu e pai vamos trabalhar e quando chegamos ao trabalho ligam-nos da escola a dizer que o Xavi estava com febre. No dia anterior tinha dito a uns amigos que o nosso bebé nunca estava doente: parecia castigo! Depois da sesta levámo-lo para casa... A febre manteve-se até quarta-feira e por esse motivo resolvemos ir ao centro de saúde. Fomos de manhã mas o médico de família só nos podia atender à tarde. Voltámos à tarde... O Xavi estava muito impaciente, irritado e até com iras que não são normais nele. Até tinhamos comentado que se aquelas birras continuassem até aos 3 anos ía ser um tormento. No consultório o médico depois de o observar disse não ver nada que despoletasse a febre: nem otite, nem amigdalite, nada dos pulmões, nada?!?... Apesar de tudo receitou-nos um antibiótico e deixou ao nosso critério dar-lhe ou não. Constatámos que era melhor dar-lhe o antibiótico uma vez que ele tinha tomado poucas vezes e não sabíamos onde estava a causa da febre. Às 18 horas faz a primeira toma do Azitrix e às 2 da manhã ainda estava febril. Pusemos um supositório «Panasorbe 250 mg» e na manhã seguinte já não havia febre. No entanto, apareceram sintomas muito estranhos: o pai reparou que o Xavi andava tonto e tropeçava com facilidade, irava-se por tudo e por nada, perdeu o apetite, fez três diarreias e apareceram-lhe manchas muito pequeninas no pescoço, cara e tronco. No final do dia de 5.ª feira a mamã achou que o cenário não era nada animador e que poderia estar a fazer uma reacção adversa a este antibiótico. Falou com uma amiga médica, a Leonor, que lhe disse que esse antibiótico era fortíssimo e que normalmente não era prescrito a crianças. Depois falou com uma amiga enfermeira, a Andreia, que também falou no mesmo... Mas nem uma, nem outra, pareciam convencidas com a tese de «alergia» ao medicamento. Antes da 2.ª toma do Azitrix, resolvemos ligar para a Linha «Saúde 24». Disseram-nos que o melhor a fazer era corrermos para o centro de saúde e esperar que ainda estivesse aberto. Quando chegámos às 19h15m já só lá estava a enfermeira que trabalha com o médico de família e uma médica noutro consultório. As duas, a quem relatámos todos os sintomas, puderam observar o Xavi e não estavam convencidas da reacção adversa. De qualquer forma mandaram-nos suspender a toma e mais nada... Fomos para casa... No dia seguinte, sexta-feira, alguns dos sintomas mantinham-se inalterados: o tropeçar, as manchas e as iras.

À noite fomos visitar os avós. A avó não achou que o neto estivesse muito normal mas não me quis assustar: mandava-se para o chão, ficava todo tenso, e continuava ligeiramente cambaleante. Quando chegámos a casa, o Xavi bateu à porta (como costume), chamou o gato (como sempre) e correu para ele... mas caíu. Ficámos nervosos! A mamã teve uma intuição e ligou novamente para a «Saúde 24». Com os sintomas apresentados sugeriram-nos ir imediatamente para o hospital.

À meia-noite e pouco fomos atendidos na triagem. Pulseira amarela. Uma hora e meia de espera. Na sala de espera assistimos à angústia de uns avós que falam no neto que vai ser internado por suspeitas de «meningite». Entrada no consultório com a Dr.ª A.E.
- «Não gosto nada do que estou a ver...» - desabafa a médica.
- «Dr.ª desculpe a pergunta descabida mas estávamos ali na sala de espera e ouvimos a palavra «meningite». Acha que os sintomas dele se enquadram nesse diagnóstico?!?» - pergunta o pai.
(um segundo de pausa... que durou uma eternidade!)
- «Sim!» - resposta categórica da médica.

Sexta-feira santa e nós ali: com o mundo lá fora a passar-nos ao lado... Totalmente ao lado! Fomos para uma sala com duas macas, mais reservada do que os corredores cheios de macas com crianças em idade escolar a vomitarem loucamente. Nas horas que se seguiram, eu e ele éramos uns farrapos, uns eremitas, uns loucos, uns dementes. Ao mesmo tempo que nos queríamos aguentar fortes, sorrir e dizer que «não é nada!», a suspeita do que poderia ser criou demónios inimagináveis, horrendos e gigantes. Num primeiro instante, abraçámo-nos, beijámo-nos, afagámos os cabelos mutuamente, acariciámos as mãos um do outro e achámos que ía ser apenas um valente susto. Valeu-nos uma equipa de auxiliares, enfermeiras e médicos que nos explicavam passo a passo a «facada» que nos dariam a seguir. Começaram por colocar um cateter para o soro, fizeram recolha de sangue para análise e colocaram um saco para a urina. De seguida, enquanto dormia tentámos ir fazer a TAC. Quando chegámos perto da máquina o Xavi despertou, voltámos às urgências e foi sedado. A mamã ficou à porta... o papá lá dentro desesperava e o bebé ria-se que nem um perdido, meio zonzo e a acenar antes de entrar na máquina. Cá fora a mamã falava com uma auxiliar que falava nas suas desventuras amorosas e eu confessava que ali dentro estavam os homens da minha vida. No meio da conversa ela disse que «vai correr tudo bem, tem de acreditar» e que o mais importante era ver a cor do líquido que saísse na punção lombar: «se for transparente está tudo bem».

Seguimos para o passo seguinte... O Xavi foi novamente sedado e os papás não assistiram a nada, mas quando o Dr. H.F. saíu da sala a mamã perguntou logo: «-De que cor era o líquido?». Ele sorriu e disse «-Transparente como a água!». Foi um alívio enorme! Eu e o papá abraçámo-nos já sem forças, eram 6 horas e 21 minutos. Quando o efeito da sedação passou, as iras voltaram e estávamos preocupados com a possibilidade de ficar cheio de dores de cabeça por não estar quieto. Entretanto, a enfermeira C. envolveu-o com um lençol e ele adormeceu ao final de algum tempo. Por volta das 8h, o Dr. H.F. voltou a falar connosco e explicou-nos que já tinham 90% de certezas que não se trataria de uma meningite, faltavam os 10% reservados às encefalites. Também já sabiam que a causa não era bacteriana mas sim viral. Deste modo, iniciaram o tratamento intra-venoso com o único anti-viral para estes casos: o Aciclovir. O tratamento exigia um internamento de pelo menos 48 horas. O coração tornou-se novamente numa migalha... Ficar ali no hospital... mais 2 dias pelo menos...




terça-feira, 3 de abril de 2012

5.ª semana - 5.ª surpresa - Planos furados...


Posso dizer, sem medo de errar, que esta semana foi a semana dos «planos furados» e por esse motivo não há surpresa. E aquelas que foram surpresas, ou não se concretizaram como havia sido planeado ou surpreenderam pela negativa!

Na 4.ª feira da semana passada a mamã insistiu muito com o papá para irmos até à praia para tu aproveitares o sol bom que andava no céu, a areia que o ano passado fez as tuas delícias e o mar ao qual te queres atirar sempre que o vês. Nesse dia foi diferente: estava calor, estendemos a toalha e quando te sentaste lá, de lá não saíste... e se tocavas na areia desatavas num berreiro. Não correu mesmo nada bem! Nós bem tentámos... Fiquei tão frustrada... A mamã adora praia e vai ser muito infeliz se tu fores daqueles meninos «avessos» ao Verão.


Na 5.ª feira andei a planear um lanche de aniversário surpresa para a minha amiga C. Combinei com outras duas amigas (e respectivos filhotes) que estivessem cá em casa antes da C. para a surpreendermos com um bolo de aniversário. Fiz uma tarte de morangos estupenda! Enquanto a cozinhava calhou olhar de relance para o calendário, que dizia: «dia 31 de Março: aniversário da C.». Ou seja, ela não fazia anos nesse dia!!! Bolas!!! Mas ela gostou à mesma e quando lhe contei a façanha ela fartou-se de rir... e ainda recebeu dois miminhos!

E assim foi a semana da ausência de supresas...

sábado, 31 de março de 2012

31. Saudade

... não sinto saudade de nada... gosto de aproveitar os momentos e recordá-los, mas sem aquele sentimento de querer voltar àquele tempo e espaço... Assim me ensinou a minha amiga Ticha a cantar:

Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz

Nunca mais voltes à casa
Onde ardeste de paixão
Só encontrarás erva rasa
Por entre as lajes do chão

Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez

Por grande a tentação
Que te crie a saudade
Não mates a recordação
Que lembra a felicidade

Nunca voltes ao lugar
Onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza
Que dá na garganta nós

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez.

«Regras da Sensatez» - música e letra: Carlos Tê e Rui Veloso (1998)

Não é provérbio, mas é verdade: a saudade não nos leva à perfeição!

sexta-feira, 30 de março de 2012

30. Sedução


E tudo começou com risinhos, gargalhadas e muitas notas no caderno enquanto os professores falavam...

Nota: imagem retirada da internet

quinta-feira, 29 de março de 2012

29. Look


Pode ser este look Primavera-Verão da «Zara»?!?... mi gusta! Prático e rebelde q.b.


quarta-feira, 28 de março de 2012

28. Pessoa

Uma breve passagem por Pessoa em «O Amor, quando se revela»...

"quem sente muito, cala; / Quem quer dizer quanto sente / Fica sem alma nem fala, / Fica só, inteiramente!"
Fernando Pessoa
Nota: na voz do Camané ainda soa melhor...

terça-feira, 27 de março de 2012

27. Sonho(s)


O primeiro e óbvio e prende-se com a ideia utópica de sermos sempre felizes. Vivermos com saúde, com esses momentos de alegria (e com os outros que nos tornam mais fortes) e com um estado permanente de amor...

A partir daqui... pode vir: o "Euromilhões" (sim porque se eu jogo desde o 1.º sorteio é porque acredito...), uma viagem ao Japão (que pode durar largos meses se faz favor...), trabalhar sempre em algo que nos preencha e termos muito filhos (esta foi o pai que disse e eu subscrevo...).



segunda-feira, 26 de março de 2012

9 semanas, 9 surpresas - 4.ª surpresa


Esta semana a falta de tempo assolou-me e por isso ficou um simples «Amo-te» a inutilizar a mortalha... Ele ficou surpreendido, é o que interessa!

26. Comida


Apesar de a mamã ser mais «Sushi» e o papá ser mais «Comida Tradicional Portuguesa», acho que ambos vivíamos bem com esta ementa: salmonetes, marisco, chocolate, ovos moles e fruta...







Regras cá em casa: tudo o que é doce é bom (mas tu não lhe tocas e evitamos comprar, porque logo desaparece); não há batatas fritas (aliás não cozinhamos fritos); há sempre muita fruta (menos melão, meloa e melancia - que a mamã odeia!); privilegiamos as carnes brancas (até porque tu odeias carne de porco...); o papá cozinha a maior parte das vezes (a mamã fica-se pelos doces)...

Nota: todas as imagens foram retiradas da internet

domingo, 25 de março de 2012

25. Medo

Os meus maiores medos: palhaços, bonecas de porcelana e centopeias...





E o do papá: baratas!







sábado, 24 de março de 2012

24. Data


Que outra data senão esta?!?

18 de Setembro de 2010

sexta-feira, 23 de março de 2012

23. Solidão

Esta deve ser mesmo a pior das solidões:

«And I´m surrounded by/ A million people I/ Still feel all alone/ Oh, let me go home/ Oh, I miss you, you know»

Home de Michel Bublé


quinta-feira, 22 de março de 2012

22. Lingerie


Outro ponto fraco, confesso... De qualquer forma:
- gosto de lingerie preta (o papá prefere branca!),
- os soutiens têm de ter suporte,
- não gosto de ligas,
- adoro a H&M e a Primark porque têm copas maiores do que a «C» e isso é sinal que fazem roupa para todas as pessoas e não para um grupo restrito (neste ponto tinha muito que falar...),
- gosto de transparências...

Colecção Primavera/ Verão «Primark»

Nota: imagem retirada da internet

quarta-feira, 21 de março de 2012

21. Maquilhagem


Até gosto... mas não uso quase nada... sofro daquele síndroma que me faz colocar apenas «eye-liner» e achar que isso basta!

Nota: imagem retirada da internet


terça-feira, 20 de março de 2012

20. Objecto


A mamã tem uma colecção de brincos que ascende às cinco centenas, por isso tratam-se de objectos com muito significado e que são indissociáveis da minha imagem. Com o tempo, têm ficado mais pequenos, discretos e simples. Antes eu abusava!

Brincos da Pedra Dura, uma das minhas lojas preferidas...

Já o papá não consegue sair de casa sem encontrar o seu relógio.

O relógio do papá, um Casio

E tu, acho que também tens um objecto de eleição: um brinquedo com que brincas todos os dias! Foi um presente de aniversário e desde então faz um sucesso enorme!
Pinblock Up! da Imaginarium

Nota: Todas as fotografias foram retiradas da internet!

segunda-feira, 19 de março de 2012

3.ª semana - 3.ª surpresa - ele merece...


Confesso... preferia mil vezes ter sido eu a recebê-la do que a fazê-la, mas ele merece mais do que ninguém! Ontem quando chegou à cama e enquanto eu me desfazia em risinhos, levantou a almofada e descobriu estes post-it´s...



19. Série

A da mamã: «Jack and Jill». Bem romântica e lamechas como a adolescência deve ser (sim, a é frase inspirada na letra dos «Da Weasel»)! Nos idos de 1999 tinha eu 16 anos e uma paixão não correspondida, este tipo de séries eram as minhas preferidas porque eu sempre acreditei no amor à primeira vista!

...a do papá... segundo o próprio conta: tinha de estar acordado até às tantas da manhã para ver o «Seinfeld» na TVI... e adorava! Ainda agora vê uns episódios que passam na SIC Radical... e ri-se que nem um perdido!

...e a tua.... Já estamos um pouco fartos: tanto eu como o papá levamos uma injecção diária da voz esganiçada do Mickey, mas a verdade é que acontece pura magia quando ele aparece no ecrã!


domingo, 18 de março de 2012

18 meses - ano e meio de pura felicidade...


Ano e meio no meio de um sonho muito bom. Ser mãe é um desafio diário: é querer dar o melhor de nós, é querer que aquele ser tão pequenino corresponda às nossas expectativas, é poder partilhar os valores, as ambições e até os medos.


Já trepo tudo...e o meu «gá» acompanha-me...

Já todos sabemos da tua personalidade forte e aprendemos com ela. Esta semana a educadora veio falar comigo sobre as tuas atitudes. Ao que parece continuas a bater, a empurrar, a morder e aprendeste a puxar cabelos. Mas também parece que herdaste uma característica forte do papá: o próprio denomina-se de «justiceiro sadino» e tu pareces querer fazer jus ao nome e dar-lhe continuidade. Passo a explicar: segundo a tua educadora se tem apercebido tu geralmente «atacas» em defesa dos mais frágeis.


No parque com a minha amiga G. - até chegarem os morcegos... (12/03/2012)

As noites finalmente ganharam uma nova dimensão: dormes continuamente entre 11 a 13 horas. Falas pelos cotovelos na tua língua e já vais dizendo algumas palavras na nossa, sendo «papá» a mais recorrente. Quando saímos de casa de manhã vais direito às escadas e já não gostas de ir no elevador. Quando chegamos, bates à porta e chamas pelo «gá...gá...» (gato). Assim que vou para a casa de banho já me tentas imitar e por isso em breve vamos investir num redutor para a sanita já que o teu pediatra não gostou nada quando lhe falei num «bacio em frente à televisão».

Como franziu o sobrolho, acho melhor irmos por outra opção. Para além de adorares que te leiam histórias já nos conseguimos aperceber que tens um fascínio pelos números. Respondes à questão: «Quantos anos tens?», com um «Ummmmmmmmm» e um dedinho indicador apontado para o céu. Nos livros gostas de conte as imagens: «um, dois, três...» e já imitas os sons.

A limpar os «sabres»... eheheheheheheh

As idas ao parque não têm sido fáceis. Aqui na nossa cidade todos os parques têm muita água: uns são à beira-rio, outros têm lagos com patos... enfim... Ao contrário dos outros bebés que observamos com alguma inveja, tu não te contentas em ficar à beira da água a observar as ondas ou os animais, tu queres atirar-te lá para dentro sem dó nem piedade. Se te seguramos ou impedimos começas a atirar-te para o chão ao berros e fazes aquela cena típica em que outros pais e avós nos olham de soslaio por cima do ombro e cochicham sem parar. Por este e outros motivos tomámos a opção (inteligente) de não te levar para "hiper´s", "super´s" ou outros estabelecimentos comerciais. A última vez que o fizemos eu tentei convencer o pai que tinha corrido bem, ao que ele me responde «-Deves estar a gozar! Enquanto tu estavas na caixa a pagar eu andei com ele às cavalitas e ele atirou uma data de coisas ao chão para se enfiar para dentro de uma prateleira!». Apesar de nos envergonhares em algumas ocasiões, a maioria das vezes andamos orgulhosos por termos o bebé mais maravilhoso do mundo. Obrigada!

Beijinhos dos papás que te adoram,

T*******

18. Feriado


Gosto de todos - verdade seja dita, mas as minhas preferências recaem sobre os suspeitos do costume...

...o Natal....

... e o Santo António! (quero é arraiais, sardinha assada e manjericos)

Santo António pelo designer Nuno Brandão

sábado, 17 de março de 2012

17. Frase/ Poema


São muitas as frases que ficarão para sempre na minha memória. A maioria delas são da autoria da avó Bárbara e do bisavô Chico. Uma que sempre me marcou e que ouvia com regularidade é o provérbio que diz: «O que é teu, à tua mão há de ir parar!»

Já as frases do bisavô Chico são sempre mais filosóficas e em geral falam da natureza e da vida em comunidade... «Tudo o que passa da conta é demais!»

Bisavô Francisco


sexta-feira, 16 de março de 2012

16. Filme

O filme da vida da mamã é «O Fabuloso Destino de Amélie». Vi-o oito vezes no cinema e mais umas tantas em casa... Basicamente porque ainda acredito na bondade, no amor e na felicidade altruísta. Espero que também tu tenhas a felicidade de acreditar!



Já o filme da vida do papá é um bocadinho mais ousado... e divertido como ele! É o «Pulp Fiction»...